Erros mais comuns que reprovam na peça prático-profissional
Entender quais são esses erros é fundamental para evitá-los e aumentar as chances de aprovação.
Na 2ª Fase da OAB, a peça prático-profissional tem peso decisivo no seu desempenho na prova. Muitos candidatos até dominam o conteúdo jurídico, mas acabam reprovando por erros técnicos e distrações que se repetem com frequência. Entender quais são esses erros é fundamental para evitá-los e aumentar as chances de aprovação.
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Erro de identificação
Um dos erros mais graves é a identificação incorreta da peça . Esse problema geralmente surge da leitura apressada do enunciado ou da falta de treino com provas anteriores. Quando o candidato não reconhece corretamente o momento processual e o pedido adequado, toda a construção da peça fica comprometida, ainda que a fundamentação esteja correta.
Erro estrutural
Outro ponto que reprova muitos candidatos é a falha na estrutura básica da peça . A FGV avalia se o candidato domina a forma técnica exigida. Erros estruturais demonstram despreparo prático e geram perda de pontos relevantes, especialmente quando envolvem:
Erro de fundamentação
A fundamentação genérica ou desconectada do caso concreto também é um erro recorrente. Não basta citar artigos de lei; é preciso demonstrar por que eles se aplicam à situação apresentada no enunciado. A banca valoriza o raciocínio jurídico e penaliza respostas mecânicas, sem ligação clara entre fatos e fundamentos.
Tempo de prova
A má gestão do tempo de prova é outro fator decisivo para a reprovação. Muitos candidatos gastam tempo excessivo na elaboração da peça, tentando deixá-la “perfeita”, e acabam comprometendo as questões discursivas. A 2ª Fase exige equilíbrio: a peça precisa ser correta e organizada, não excessivamente longa.
Exagero de informações
Também é comum o excesso de informações desnecessárias . Peças muito extensas, com doutrina e jurisprudência irrelevantes, não aumentam a nota. Ao contrário, podem prejudicar a clareza e demonstrar falta de objetividade. Na OAB, escrever bem é escrever com foco no que a banca cobra.
Falta de treinamento da escrita
Outro erro frequentemente subestimado é a falta de treino de escrita à mão . A ausência de prática compromete a legibilidade, a organização do texto e o controle do tempo. A escrita faz parte da experiência prática exigida na prova e não deve ser ignorada.
Treino orientado
Muitos candidatos deixam de investir na correção especializada dos treinos , o que impede a identificação de erros estruturais e estratégicos. Treinar sem correção é repetir erros sem perceber.
Entre os erros mais comuns que reprovam na peça prático-profissional, destacam-se:
- Escolha incorreta da peça;
- Estrutura incompleta ou inadequada;
- Fundamentação genérica;
- Falta de objetividade;
- Má gestão do tempo;
- Ausência de correção técnica dos treinos.
Na 2ª Fase da OAB, a reprovação raramente decorre da falta total de conhecimento. Na maioria das vezes, ela acontece por falhas técnicas que podem, e devem, ser corrigidas com treino direcionado e método adequado.
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