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Peças da OAB: conheça as principais e veja como se preparar

Veja quais são as peças mais cobradas na 2ª fase da OAB em cada área, como identificá-las e como direcionar sua preparação para aumentar as chances de aprovação.

Última atualização em 11/02/2026
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Logo da OAB em fachada de prédio.


As peças da OAB são o grande divisor de águas da 2ª fase do Exame de Ordem. Diferente da primeira etapa, que cobra múltipla escolha, aqui o candidato precisa demonstrar raciocínio jurídico, técnica processual e capacidade de estruturar uma peça prática de forma correta. Não basta saber o conteúdo teórico: é preciso reconhecer rapidamente qual peça está sendo exigida e executá-la com segurança.


Muitos candidatos chegam à 2ª fase dominando a teoria, mas acabam reprovados por erros na identificação da peça, escolha inadequada do fundamento jurídico ou estrutura equivocada da resposta. Isso acontece, em grande parte, porque o estudo foi feito sem foco nos padrões reais de cobrança da banca.


Neste artigo, você vai entender quais são as peças mais cobradas na 2ª fase da OAB em cada área, por que elas aparecem com tanta frequência, como identificá-las no enunciado e como direcionar sua preparação para aumentar as chances de aprovação.


O que esperar da 2ª fase da OAB?

A 2ª fase da OAB é uma prova prático-profissional, composta por uma peça processual e quatro questões discursivas. Ela avalia se o candidato consegue atuar, na prática, como advogado naquela área escolhida. Isso significa que o examinador espera uma resposta técnica, bem estruturada e juridicamente fundamentada.


Entender como funciona a prova da OAB é essencial para reduzir erros. A banca não espera criatividade, mas sim aderência ao padrão profissional. A peça precisa ter endereçamento correto, fundamentação adequada, pedidos compatíveis e linguagem técnica, respeitando o tempo e o espaço disponíveis na prova.


Além disso, a correção é extremamente objetiva. Pequenos erros formais podem custar pontos importantes.


Por isso, estudar para a 2ª fase exige método, repetição e treino direcionado às peças que realmente aparecem.


Por que focar nas peças mais cobradas?

Embora o edital liste diversas possibilidades de peças, a prática mostra que a banca repete padrões. Algumas peças aparecem com muito mais frequência do que outras porque representam situações comuns da atuação profissional e permitem avaliar várias competências ao mesmo tempo.


Focar nas peças mais cobradas não significa ignorar as demais, mas sim priorizar o estudo. Um cronograma de estudo eficiente para a 2ª fase deve concentrar energia nas peças que historicamente mais caem, sem dispersar tempo em estruturas raras ou improváveis.


Essa priorização é um dos principais fatores que diferenciam candidatos aprovados daqueles que enfrentam a reprovação OAB, mesmo tendo estudado bastante.


Como identificar qual peça está sendo pedida?

Identificar corretamente a peça começa pela leitura estratégica do enunciado. A banca sempre fornece pistas claras, ainda que sutis. Informações como fase processual, decisão recorrida, autoridade coatora, tipo de ato impugnado e objetivo do cliente são determinantes.


Outro ponto fundamental é identificar o problema jurídico central. Quando o candidato entende qual direito foi violado e qual providência jurídica é adequada, a peça se torna consequência lógica.


Treinar esse raciocínio evita confundir peças semelhantes, como apelação e agravo, ou mandado de segurança e ação ordinária. Esse treino contínuo costuma ser mais eficiente quando acompanhado por mentoria para concurso, especialmente na reta final.


Erros comuns na elaboração de peças

Um erro recorrente é começar a escrever sem ter certeza absoluta da peça correta. Isso gera estruturas inconsistentes e perda de pontos. Outro problema frequente é esquecer pedidos essenciais ou fundamentar de forma genérica.


Também é comum ver candidatos errando o endereçamento, ignorando prazos processuais ou utilizando linguagem incompatível com a peça. Esses deslizes, embora pareçam pequenos, impactam diretamente a nota final.


A boa notícia é que todos esses erros podem ser evitados com treino direcionado, análise de padrões e correções especializadas.


Veja as 3 principais peças de cada área

Mulher jovem utilizando notebook para pesquisar as principais peças OAB de cada área.


Direito Civil

No Direito Civil, as peças mais recorrentes são a petição inicial, a apelação e o agravo de instrumento. A petição inicial aparece com frequência porque permite avaliar a capacidade do candidato de estruturar uma demanda desde o início, organizando fatos, fundamentos e pedidos.


A apelação costuma surgir em situações de sentença desfavorável, exigindo atenção ao prazo, à fundamentação e aos pedidos recursais. Já o agravo de instrumento aparece quando há decisão interlocutória relevante, especialmente envolvendo tutela provisória.


Dominar essas peças exige prática constante e organização do raciocínio jurídico, alinhando teoria e técnica.


Direito Penal

Em Penal, a apelação é a peça mais comum, geralmente relacionada a sentenças condenatórias ou absolutórias. A banca avalia a capacidade de identificar nulidades, dosimetria da pena e teses defensivas.


Os memoriais aparecem em situações de alegações finais, exigindo síntese argumentativa e clareza. Já o recurso em sentido estrito costuma confundir candidatos, mas aparece em hipóteses bem delimitadas, como rejeição de denúncia.


Aqui, entender o momento processual é decisivo para não errar a peça.


Direito do Trabalho

No Trabalho, as peças mais cobradas são a contestação, o recurso ordinário e a reclamatória trabalhista. A reclamatória avalia a capacidade de formular pedidos corretamente, enquanto a contestação exige atenção às preliminares e ao mérito.


O recurso ordinário aparece com frequência após sentenças das Varas do Trabalho, exigindo atenção aos fundamentos e à técnica recursal. Estudar essas peças ajudam a lidar melhor com as peças da 2a fase da oab de direito do trabalho, que seguem padrões bem definidos.


Direito Constitucional

Em Constitucional, o mandado de segurança é a peça mais frequente. Ele aparece em situações de violação a direito líquido e certo por autoridade pública, sendo essencial identificar esse elemento no enunciado.


A ação direta de inconstitucionalidade surge em contextos específicos, geralmente envolvendo legitimidade ativa e controle concentrado. Já a ação popular aparece em casos de lesão ao patrimônio público.


Dominar a peça constitucional da oab exige atenção aos requisitos formais e à competência.


Direito Administrativo

No Administrativo, o mandado de segurança também é recorrente, especialmente contra atos administrativos ilegais. A ação anulatória ou indenizatória aparece quando há necessidade de discutir validade de atos ou reparação de danos.


A apelação surge em cenários de sentença desfavorável, exigindo técnica recursal. Essas peças costumam confundir candidatos por sua proximidade com o Constitucional, reforçando a importância de diferenciar fundamentos.


Direito Tributário

Em Tributário, o mandado de segurança aparece com destaque, geralmente relacionado a exigências fiscais ilegais. O agravo de instrumento surge em decisões interlocutórias relevantes, como concessão ou indeferimento de liminar.


Embargos à execução fiscal e apelação também são frequentes, exigindo atenção à fase processual e ao tipo de crédito discutido.


Direito Empresarial

No Empresarial, as petições iniciais, tanto em execução quanto em ações de conhecimento, são recorrentes. A apelação aparece em sentenças desfavoráveis, exigindo domínio dos fundamentos empresariais.


Essas peças avaliam a capacidade do candidato de lidar com contratos, títulos de crédito e relações empresariais típicas.


Como organizar o raciocínio jurídico na hora da prova?

Organizar o raciocínio começa antes da prova. Ter um plano de estudos OAB focado em peças recorrentes facilita a identificação rápida da solução jurídica adequada.


Durante a prova, o ideal é separar alguns minutos para estruturar mentalmente a peça, identificando endereçamento, fundamentos e pedidos. Esse planejamento evita retrabalho e erros estruturais.


Treinar simulados completos é a melhor forma de internalizar esse processo e ganhar confiança.


Treine com simulados e correções especializadas

Simulados com correção detalhada permitem identificar falhas que passam despercebidas no estudo solitário.


A correção especializada mostra não apenas o erro, mas o motivo e a forma correta de resolver.


Esse tipo de treino aproxima o candidato da realidade da prova e é um dos fatores que mais contribuem para como passar na OAB.


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Mulher estudando em curso de peças da OAB.


O Ceisc oferece cursos completos para a 2ª fase da OAB, com foco nas peças mais cobradas, simulações reais e correções detalhadas. A metodologia é pensada para desenvolver raciocínio jurídico, técnica processual e segurança na execução.


Além disso, o aluno conta com acompanhamento especializado e materiais direcionados, aumentando significativamente as chances de aprovação e da tão sonhada carteira da OAB.


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Conclusão

A 2ª fase da OAB exige estratégia, foco e treino direcionado. Conhecer as peças mais cobradas, entender os padrões da banca e praticar com método são os pilares da aprovação.


Ao organizar seus estudos de forma inteligente, priorizando as peças recorrentes e treinando com qualidade, o candidato transforma a insegurança em confiança e se aproxima do objetivo final: a aprovação no Exame de Ordem.


Perguntas frequentes

Quais são as peças da OAB?


Variam conforme a área escolhida, mas seguem padrões recorrentes em cada disciplina.


Quais são as peças penais da OAB?


Apelação, memoriais e recurso em sentido estrito estão entre as mais cobradas.


Quais peças mais aprovam na OAB?


As peças mais recorrentes, como petição inicial, apelação e mandado de segurança.


Quais foram as peças da OAB 43?


As peças variam por área; analisar exames anteriores ajuda a identificar padrões.

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