Veja as questões passíveis de recursos da prova para Analista e Técnico do TJ-RJ
Certame abre prazo para interposição de recusros no site da banca.
Publicado no início da tarde desta quarta-feira (4) os gabaritos preliminares da prova que contempla as carreiras de Analista e Técnico do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Nisso, o nosso time de professores já está analisando as questões da prova e apresenta a seguir as questões passíveis de recursos.
Análise de recursos | Prova Analista
PROVA TIPO 04
ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
QUESTÃO NÚMERO: 29
QUESTÃO: “[...] Apesar da boa-fé com que se conduzia, Joana foi aconselhada a analisar o Código de Ética e Conduta dos Servidores e Colaboradores da Corregedoria Geral de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (Provimento CGJ nº 32/2021), de modo a verificar se o recebimento de presentes era efetivamente permitido. [...]”.
MOTIVO RECURSO: ANULAÇÃO
FUNDAMENTO RECURSO:
ERRO MATERIAL NA INDICAÇÃO DA NORMA
O enunciado da questão menciona o Código de Ética decorrente do Provimento CGJ nº 32/2021, publicado em 19 de maio de 2021.
Contudo, o Edital nº 01/2025, referente ao LXII Concurso Público para a Formação de Cadastro de Reserva no Cargo Efetivo de Analista Judiciário do Quadro Único de Pessoal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, deixa claro, dentre seu conteúdo programático para o cargo de ANALISTA JUDICIÁRIO – SEM E COM ESPECIALIDADE, na parte de CONHECIMENTOS GERAIS – ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO menção, no item 8 “Código de Ética e Conduta dos Servidores e Colaboradores da Corregedoria Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro (Resolução Órgão Especial nº 15/2023)”.
Nota-se, portanto, que a questão se baseia em norma que não integra o conteúdo exigido no edital , ferindo a vinculação ao edital, além de princípios como a legalidade, isonomia entre os candidatos e segurança jurídica. Ademais, ainda que a Banca alegue similitude temática, não se admite interpretação extensiva do edital em prejuízo do candidato, comprometendo a validade da questão e, assim, tornando impossível a manutenção do gabarito.
Assim, requer-se a anulação da referida questão.
LÍNGUA PORTUGUESA
QUESTÃO 17 – RECURSO
DISCIPLINA: Língua Portuguesa / Literatura
ASSUNTO: Interpretação de texto e intencionalidade discursiva
DIFICULDADE: Difícil
A questão propõe a pergunta “Para que aprender a escrever?” e solicita, entre as alternativas apresentadas, aquela que não serve como resposta a essa indagação. O gabarito preliminar indicou como correta a alternativa B. Contudo, a análise interpretativa rigorosa dos enunciados demonstra que a alternativa A também não responde à pergunta formulada, o que caracteriza a existência de mais de uma resposta defensável e compromete a objetividade da questão.
A alternativa A, extraída de texto de Machado de Assis, afirma que “o que se deve exigir do escritor, antes de tudo, é certo sentimento íntimo, que o torne homem do seu tempo e do seu país”. Tal enunciado não apresenta qualquer finalidade para o aprendizado da escrita. O texto estabelece critérios éticos, estéticos e históricos a respeito do perfil de quem já é escritor, discutindo o que se deve exigir do escritor enquanto sujeito constituído, e não o motivo ou o objetivo de aprender a escrever. Trata-se de uma reflexão normativa sobre o ofício literário, e não de uma resposta à pergunta “para que aprender a escrever?”. Segundo Eni Orlandi, “a interpretação deve considerar a pergunta que organiza o sentido do texto, sob pena de deslocamento do foco discursivo”. Nesse caso, a alternativa A desloca o foco da finalidade para a caracterização do sujeito escritor. Além disso, a formulação de A, ao referir "o que se deve exigir do escritor", explicita requisitos para se tornar escritor, num indicativo de que há exigências para quem quer se habilitar ao ofício, como se isso fosse resposta à outra pergunta: o que é preciso para se tornar escritor? E isso não se refere à aprendizagem da escrita, objeto da pergunta norteadora do enunciado da questão.
A alternativa B, por sua vez, afirma “aprende-se a escrever bem ou a não escrever de jeito nenhum”. Diferentemente do que indica o gabarito, esse enunciado pode, sim, ser compreendido como uma resposta à pergunta proposta, ainda que em forma de máxima normativa. Ao estabelecer que o aprendizado da escrita tem como finalidade escrever bem, o texto responde implicitamente ao “para quê” formulado no enunciado. Antoine Compagnon observa que “as máximas literárias condensam posições sobre a função e o valor da linguagem”, o que permite reconhecer na alternativa B uma resposta sobre a finalidade do aprendizado da escrita, ainda que formulada de modo prescritivo.
As alternativas C, D e E respondem de maneira direta e inequívoca à pergunta proposta. Na alternativa C, Saint-John Perse afirma que se escreve “para viver melhor”, explicitando uma finalidade existencial. Na alternativa D, Mário de Andrade apresenta uma justificativa humanista para o ato de escrever, associando-o à preocupação com os homens e seus problemas. Na alternativa E, o Marquês de Maricá define claramente a finalidade da escrita como instruir e divertir os povos. Em todos esses casos, há correspondência direta entre a pergunta “para que aprender a escrever?” e a resposta apresentada.
Dessa forma, constata-se que tanto a alternativa A quanto a alternativa B podem ser legitimamente consideradas como não respondentes à pergunta proposta, cada uma por razões distintas. A alternativa A por tratar do perfil do escritor, e não da finalidade do aprendizado da escrita; a alternativa B por poder ser interpretada tanto como prescrição normativa quanto como resposta implícita à finalidade do aprender a escrever. Tal ambiguidade interpretativa viola o princípio da resposta única exigido em questões objetivas, conforme orienta a própria teoria da interpretação textual.
Diante do exposto, requer-se a anulação da questão, por admitir mais de uma alternativa defensável como resposta correta. Subsidiariamente, caso não se entenda pela anulação, requer-se a revisão do gabarito, com o reconhecimento de que a alternativa A também não responde à pergunta formulada no enunciado.
QUESTÃO 20 – RECURSO
DISCIPLINA: Língua Portuguesa / Literatura
ASSUNTO: Figuras de linguagem – paradoxo / oxímoro
DIFICULDADE: Difícil
A questão solicita a identificação de uma frase que, assim como a expressão “Apressa-te devagar”, apresente paradoxo, definido no próprio enunciado como “o emprego de palavras que contrariam a lógica ou o senso comum”. O gabarito preliminar indica como correta a alternativa A. Entretanto, a análise conceitual rigorosa das alternativas demonstra que a alternativa E também atende plenamente à definição apresentada, o que caracteriza a existência de mais de uma resposta possível e impõe a anulação da questão.
Na alternativa A, retirada do Memorial de Aires, lê-se que o personagem “ria mal, ria sério, ria aborrecido”. O verbo “rir” pressupõe, no senso comum, alegria ou contentamento. O texto, contudo, associa o riso a estados afetivos incompatíveis com essa expectativa, como seriedade e aborrecimento. Há, portanto, uma contradição interna entre o ato de rir e os qualificadores que o acompanham. Essa coexistência de ideias logicamente incompatíveis, que não se resolve por explicação objetiva, caracteriza o paradoxo, conforme definição clássica. Segundo Celso Cunha, o paradoxo ocorre quando há “reunião de ideias que se excluem logicamente, criando um efeito de estranhamento expressivo”. Nesse sentido, a alternativa A pode ser legitimamente reconhecida como paradoxal, em consonância com o modelo “Apressa-te devagar”.
Todavia, a alternativa E também satisfaz, de forma inequívoca, a definição de paradoxo fornecida no enunciado. A frase “Eu não sou propriamente um autor defunto, mas um defunto autor”, extraída de Memórias Póstumas de Brás Cubas, constrói uma contradição lógica evidente. Do ponto de vista do senso comum e da lógica factual, um defunto não pode ser autor, pois a autoria pressupõe vida e ação intelectual consciente. Ao afirmar-se simultaneamente “defunto” e “autor”, o narrador articula ideias mutuamente excludentes, criando exatamente o tipo de contradição que define o paradoxo. Evanildo Bechara afirma que o paradoxo consiste na “associação de noções inconciliáveis no plano da lógica comum, mas aceitas no plano expressivo”.
Ademais, o jogo de palavras estabelecido entre autor defunto e defunto autor explicita ideias paradoxais: de um lado, autor defunto mantém a lógica de texto de autor já falecido, seguindo cronologia de primeiro escrever e depois morrer; de outro, defunto autor sinaliza a possibilidade de um morto produzir texto literário, contrariando o relógio natural da vida. Dessa forma, as duas expressões são contrárias e atestam paradoxo, que, no contexto da obra machadinha, faz sentido como elemento de construção.
É verdade que a frase também apresenta quiasmo, uma figura de linguagem (mais especificamente, uma figura de construção ou de sintaxe) caracterizada pela inversão simétrica da ordem dos termos em duas estruturas paralelas, formando um esquema cruzado, e ironia, recursos frequentemente apontados pela crítica literária. Contudo, a presença dessas figuras não exclui o caráter paradoxal da construção. Ao contrário, a ironia machadiana se apoia justamente no paradoxo central de um narrador que escreve após morto. Alfredo Bosi observa que, em Machado de Assis, “a ironia frequentemente se constrói a partir de paradoxos que subvertem a lógica do real”. Assim, a alternativa E não apenas pode, como efetivamente deve ser reconhecida como exemplo de paradoxo, nos exatos termos da definição apresentada no enunciado.
As alternativas B, C e D não configuram paradoxo. Na alternativa B, há apenas uma metáfora discursiva para uma digressão narrativa, sem contradição lógica. Na alternativa C, a oposição entre “não era bonita” e “estava linda” é plenamente explicável, pois distingue beleza permanente de beleza circunstancial, não havendo exclusão lógica entre as ideias. Na alternativa D, a expressão “escurecia tudo com a sua viuvez” constitui metáfora para o luto e a tristeza, sem contradição interna insolúvel.
Diante do exposto, verifica-se que tanto a alternativa A quanto a alternativa E atendem de modo consistente ao conceito de paradoxo explicitado no enunciado da questão. A coexistência de duas respostas defensáveis compromete a objetividade exigida em questões de múltipla escolha. Requer-se, portanto, a anulação da questão 20. Subsidiariamente, caso não se entenda pela anulação, requer-se a revisão do gabarito, com o reconhecimento da alternativa E como igualmente correta.
RECURSOS PROVA TÉCNICO
QUESTÃO 01 – RECURSO
DISCIPLINA: Língua Portuguesa
ASSUNTO: Tipologia de parágrafo
DIFICULDADE: Difícil
A questão apresenta um texto cuja frase inicial afirma que “a tecnologia já não é garantia de progresso”. Essa ideia nuclear possui inequívoco caráter argumentativo, reforçado pelo operador argumentativo “já”, que pressupõe uma posição anterior segundo a qual a tecnologia era tradicionalmente associada ao progresso. Ao afirmar que essa associação deixou de ser válida, o enunciado indica ruptura com um ponto de vista previamente estabelecido, sugerindo que o parágrafo se insere em uma sequência argumentativa mais ampla, ainda que o trecho anterior não tenha sido apresentado no enunciado. Dessa forma, o parágrafo se organiza como um contraponto, isto é, como um movimento de contra-argumentação, o que fundamenta a classificação indicada na alternativa D. A análise de operadores argumentativos e das inferências que eles desencadeiam constitui procedimento essencial na análise textual, tanto no plano da estrutura quanto no do conteúdo, sendo a tipologia do parágrafo um dos elementos centrais dessa avaliação.
Nesse contexto, a questão solicita a caracterização tipológica de um parágrafo apresentado de forma isolada, exigindo que ele seja analisado como uma unidade textual completa. O gabarito preliminar indicou como correta a alternativa A, que classifica o texto como parágrafo de enumeração. No entanto, à luz da teoria textual consolidada, o mesmo parágrafo admite, de maneira igualmente consistente, a classificação como parágrafo contra-argumentativo, conforme a alternativa D, uma vez que os exemplos apresentados não têm função meramente enumerativa, mas servem para sustentar a refutação da ideia inicial de progresso tecnológico. Essa dupla possibilidade interpretativa compromete a objetividade da questão, ao admitir mais de uma resposta tecnicamente defensável.
O parágrafo inicia-se com o enunciado “A tecnologia já não é uma garantia de progresso projetado para o futuro”, formulação que expressa uma tese avaliativa e se opõe a uma ideia amplamente difundida no senso comum, segundo a qual a tecnologia estaria necessariamente associada ao progresso. Segundo Ingedore Koch, “há argumentação sempre que o locutor procura conduzir o interlocutor a determinadas conclusões, por meio da apresentação de razões ou exemplos”. É exatamente o que ocorre no texto analisado, que apresenta fatos históricos para sustentar uma posição crítica previamente enunciada.
Na sequência, o autor menciona o uso do gás mostarda na Primeira Guerra Mundial, a bomba atômica na Segunda Guerra Mundial e a inteligência artificial, não como simples dados informativos, mas como exemplos avaliados negativamente, cuja função é reforçar a tese inicial. José Luiz Fiorin afirma que “os exemplos, quando selecionados e orientados para sustentar uma posição, exercem função argumentativa, e não meramente expositiva”. Assim, os fatos enumerados funcionam como argumentos e não como enumeração neutra.
Sob essa perspectiva, o parágrafo pode ser legitimamente classificado como contra-argumentativo, pois se constrói em oposição a uma ideia pressuposta. Segundo Antônio Suárez Abreu, “há contra-argumentação quando o texto se organiza para refutar uma crença ou expectativa anterior do interlocutor”. O texto em análise cumpre exatamente essa função ao negar, logo na abertura, a associação automática entre tecnologia e progresso, sustentando essa negação por meio de exemplos históricos.
Por outro lado, também é possível reconhecer que o parágrafo apresenta uma sequência de fatos organizados de modo sucessivo, o que permite classificá-lo, do ponto de vista formal, como parágrafo de enumeração. Celso Cunha observa que “o parágrafo de enumeração se caracteriza pela apresentação sucessiva de elementos relacionados a uma ideia central”. Como o texto lista eventos históricos ligados ao uso nocivo da tecnologia, essa leitura também se mostra tecnicamente defensável.
Entretanto, a própria teoria textual adverte que a enumeração pode funcionar como procedimento a serviço da argumentação. Ingedore Koch esclarece que “os mecanismos composicionais do texto não se excluem, podendo um mesmo parágrafo articular enumeração e argumentação”. Assim, ao exigir a tipologia do parágrafo como um todo, o enunciado acaba por admitir duas respostas plausíveis, sem fornecer critérios suficientes para excluir uma delas.
As alternativas B, C e E não se sustentam à luz da teoria. O texto não é expositivo, pois não se limita à transmissão objetiva de informações, mas apresenta juízo de valor, como observa Koch ao afirmar que “a exposição pressupõe neutralidade avaliativa”. Também não é descritivo, uma vez que não constrói imagens sensoriais, conforme define Fiorin ao caracterizar a descrição como “a apresentação de traços perceptivos dos objetos”. Tampouco se trata de parágrafo conclusivo, pois não encerra um raciocínio previamente desenvolvido, sendo um parágrafo autônomo.
Diante do exposto, verifica-se que a questão admite, com respaldo teórico, tanto a alternativa A quanto a alternativa D, o que viola o princípio da objetividade exigido em provas de múltipla escolha. Requer-se, portanto, a anulação da questão.
QUESTÃO 04 – RECURSO
DISCIPLINA: Língua Portuguesa
ASSUNTO: Concordância verbal – verbo ser
DIFICULDADE: Difícil
A questão apresenta diferentes enunciados com o verbo ser e solicita a identificação da frase em que esse verbo está incorretamente empregado quanto à flexão de número, isto é, quanto à concordância entre singular e plural. O gabarito preliminar apontou como correta a alternativa C. Todavia, essa indicação não se sustenta à luz da gramática normativa, uma vez que a alternativa A é a única que efetivamente apresenta erro de concordância verbal.
Na alternativa A, “Tragédias é coisa em que não penso”, verifica-se uso incorreto do verbo ser. O termo “tragédias” exerce a função de sujeito e encontra-se no plural, o que impõe a concordância do verbo também no plural. A forma adequada seria “Tragédias são coisa em que não penso”. Não há, nesse caso, qualquer elemento gramatical que autorize a permanência do verbo no singular. Evanildo Bechara afirma que “o verbo ser concorda com o sujeito quando este é expresso por substantivo ou pronome”, regra plenamente aplicável ao enunciado em análise. No mesmo sentido, Celso Cunha e Lindley Cintra registram que “se o sujeito estiver no plural, o verbo ser deve ir para o plural”, o que confirma a incorreção presente na alternativa A.
Quanto à alternativa C, “Hoje é 28 de agosto”, não se identifica qualquer desvio em relação à norma culta. Nas indicações de data, a concordância do verbo ser pode realizar-se tanto com o numeral quanto com a palavra “dia”, ainda que esta esteja subentendida. Assim, a construção “Hoje é 28 de agosto” equivale a “Hoje é dia 28 de agosto”, sendo plenamente correta. Evanildo Bechara ensina expressamente que “nas datas, o verbo ser pode concordar com o numeral ou com a palavra dia, expressa ou subentendida”. Celso Pedro Luft Cegalla confirma esse entendimento ao afirmar que “diz-se corretamente hoje é vinte de julho ou hoje são vinte de julho”.
Ressalte-se, ainda, que a própria Fundação Getulio Vargas já adotou esse entendimento em questões anteriores, reconhecendo como correta a concordância do verbo ser com a palavra “dia” implícita em construções de data. Tal posicionamento evidencia incoerência no critério adotado na presente questão ao considerar incorreta uma estrutura que a própria banca já consagrou como adequada em provas anteriores.
As alternativas B, D e E não apresentam erro de concordância verbal. Na alternativa B, o verbo ser concorda corretamente com o pronome interrogativo plural. Na alternativa D, o sujeito é singular, justificando a flexão verbal também no singular. Na alternativa E, trata-se de expressão cristalizada da língua portuguesa, amplamente reconhecida pela tradição gramatical, em que o verbo permanece no singular por valor fixo e estilístico.
Diante do exposto, conclui-se que a alternativa C está correta e não poderia ser apontada como exemplo de emprego inadequado do verbo ser. A única alternativa que efetivamente apresenta erro de concordância verbal é a alternativa A. Requer-se, portanto, a alteração do gabarito para a letra A. Subsidiariamente, caso não se entenda possível a retificação do gabarito, requer-se a anulação da questão, em razão da contrariedade à gramática normativa e da adoção de critério incompatível com o entendimento anteriormente manifestado pela própria banca.
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