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OAB 1° e 2° fase

A importância do treino de peças desde o início da preparação para a 2ª Fase da OAB

A importância do treino de peças desde o início da preparação para a 2ª Fase da OAB

Última atualização em 16/01/2026
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Na preparação para a 2ª Fase da OAB, muitos candidatos cometem um erro que pode custar a aprovação: deixar o treino de peças prático-profissionais para a reta final . A ideia de “primeiro aprender toda a teoria e depois praticar” pode ser ineficiente e arriscada. A 2ª Fase exige muito mais do que conhecimento teórico. Ela cobra técnica, organização, clareza e domínio da estrutura da peça . E isso só se desenvolve com treino desde o início.


Saiba mais - COMO IDENTIFICAR RAPIDAMENTE A PEÇA PRÁTICO-PROFISSIONAL NO ENUNCIADO


A peça é parte importante de sua nota

Diferente da 1ª Fase, em que as questões são objetivas, a 2ª Fase avalia a capacidade do candidato de atuar como advogado. A peça prático-profissional corresponde à metade da nota e, muitas vezes, é ela pode definir a sua aprovação. Por isso, deixar para treinar peças apenas nas últimas semanas aumenta a insegurança, dificulta o controle do tempo e eleva o risco de erros básicos, como:


  • Escolher a peça errada;

  • Errar o endereçamento;

  • Esquecer pedidos essenciais;

  • Fundamentar de forma confusa ou incompleta.


Treinar desde o início reduz o medo da prova


O contato antecipado com as peças ajuda o candidato a perder o receio do enunciado longo e técnico. Aos poucos, passa a reconhecer padrões, identificar rapidamente o tipo de ação e organizar o raciocínio jurídico com mais naturalidade. Com o treino contínuo, a peça deixa de ser um “bicho de sete cabeças” e passa a ser encarada como um exercício técnico, previsível e treinável.


Teoria e prática devem caminhar juntas


Assim como na 1ª Fase, na 2ª Fase não faz sentido separar completamente teoria e prática . 


Ao estudar um tema, o ideal é:

  • Compreender a base teórica;

  • Analisar modelos de peças relacionadas;

  • Treinar a estrutura da peça correspondente.


Mesmo que o treino inicial seja mais simples ou incompleto, ele é fundamental para fixar o conteúdo e entender como a teoria se transforma em prática profissional.


O treino precoce melhora a gestão do tempo


Outro grande desafio da 2ª Fase é o tempo de prova. 


Quem começa a treinar peças cedo aprende:


  • Quanto tempo leva para estruturar a peça;

  • Como distribuir melhor o tempo entre peça e questões discursivas;

  • Onde costuma perder tempo desnecessariamente.


Isso faz toda a diferença no dia da prova, quando o nervosismo pode comprometer o desempenho.


Errar no treino é parte do processo


Treinar peças desde o início permite errar quando ainda há tempo para corrigir. Cada erro vira aprendizado: seja na estrutura, na fundamentação ou na organização dos pedidos. Além disso, o treino contínuo facilita a identificação de padrões da banca FGV, aumentando a previsibilidade e a segurança na resolução da prova.


Quanto antes começar, maiores as chances de aprovação


A aprovação na 2ª Fase da OAB não depende apenas de estudar mais, mas de estudar melhor. Treinar peças desde o início da preparação é uma das estratégias mais eficazes para ganhar confiança, técnica e desempenho .

Quem começa cedo chega à prova mais preparado, mais seguro e com muito mais controle da situação.

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