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Analista da Defensoria Pública: veja requisitos e como se tornar

O analista da Defensoria Pública atua no suporte técnico, jurídico e administrativo às atividades desempenhadas pelos defensores públicos.

Última atualização em 09/01/2026
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Mulher vestida com terno e segurando papéis em um escritório, atuando como Analista da Defensoria Pública.


A carreira de analista da Defensoria Pública é uma das mais relevantes e procuradas dentro do serviço público jurídico. O cargo combina estabilidade, boa remuneração e, principalmente, impacto social, já que o trabalho desenvolvido contribui diretamente para o acesso à Justiça de pessoas em situação de vulnerabilidade.


Para quem é estudante de Direito, bacharel ou profissional da área jurídica e busca uma carreira sólida, o cargo de analista da Defensoria Pública surge como uma excelente alternativa.


Neste conteúdo, você vai entender em detalhes o que faz esse profissional, quais são os requisitos para ingressar na carreira, como funcionam os concursos da Defensoria Pública e por que a preparação estratégica é decisiva para a aprovação.


O que faz um Analista da Defensoria Pública?

O analista da Defensoria Pública atua no suporte técnico, jurídico e administrativo às atividades desempenhadas pelos defensores públicos. Trata-se de um cargo essencial para o funcionamento da instituição, pois garante que os atendimentos, processos e demandas jurídicas sejam conduzidos com eficiência, organização e segurança jurídica.


Na prática, esse profissional participa da elaboração de peças processuais, pareceres, relatórios técnicos e manifestações jurídicas, além de acompanhar processos judiciais e administrativos.


Também é comum que o analista da Defensoria Pública atue no atendimento ao público, organizando documentos, prestando orientações iniciais e auxiliando na triagem de demandas.


Dependendo da área de lotação, o cargo pode envolver análise de processos cíveis, criminais, de família, infância e juventude, execução penal ou direitos humanos. Em algumas Defensorias, o analista também participa de atividades estratégicas, como gestão de projetos, apoio institucional e planejamento interno.


Quais os requisitos para ser Analista da Defensoria Pública?

Os requisitos para ingressar no cargo de analista da Defensoria Pública são definidos em edital e podem variar conforme o estado ou o órgão específico. No entanto, existe um padrão comum observado nos concursos da DPE.


Exigências básicas

De modo geral, é necessário ser brasileiro ou naturalizado, estar em dia com as obrigações eleitorais e militares, possuir idoneidade moral e aptidão física e mental para o exercício do cargo. Esses critérios costumam ser verificados na fase final do concurso, especialmente durante a investigação social e exames médicos.


Além disso, o candidato deve ter idade mínima de 18 anos na data da posse e atender a todos os requisitos legais previstos no edital.


Formação específica

A exigência de formação varia conforme a especialidade do cargo. Em muitos concursos, o analista da Defensoria Pública deve possuir graduação em Direito, especialmente quando se trata de áreas jurídicas. No entanto, há Defensorias que abrem vagas para outras áreas, como Administração, Serviço Social, Psicologia ou Contabilidade, dependendo da estrutura interna e das necessidades institucionais.


Para as vagas jurídicas, não é exigida inscrição na OAB, já que o analista não exerce atividade privativa da advocacia, atuando sempre sob a supervisão do defensor público.


Quanto ganha um Analista da DPE?

Homem em pé em tribunal, vestindo terno cinza e segurando papel com a mão esquerda, atuando como Analista da Defensoria Pública.


O salário de um analista da Defensoria Pública varia conforme o estado, a carreira e o tempo de serviço. De forma geral, a remuneração inicial costuma ficar entre R$6.000 e R$10.000, podendo ultrapassar esse valor com progressões, gratificações e adicionais.


Em Defensorias Públicas mais estruturadas, como a do Distrito Federal e de alguns estados do Sudeste e Sul, a remuneração ao longo da carreira pode ultrapassar R$12.000. Além do salário base, o cargo oferece benefícios como auxílio-alimentação, auxílio-saúde, licenças, adicionais por qualificação e estabilidade após o estágio probatório.


Esses dados podem ser consultados em portais oficiais das Defensorias Públicas e nos editais de concursos anteriores, como o da DPDF.


Como funcionam os concursos para Analista da Defensoria Pública?

Os concursos para analista da Defensoria Pública costumam ser bastante concorridos, especialmente nas áreas jurídicas. A estrutura das provas segue um padrão semelhante ao de outros concursos da área do Direito, com forte cobrança de conteúdo teórico e prático.


Normalmente, o certame é dividido em etapas que avaliam conhecimento técnico, capacidade de argumentação e, em alguns casos, habilidades práticas.


A prova objetiva é composta por questões de múltipla escolha, cobrando disciplinas como Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Civil, Processo Civil, Direito Penal, Processo Penal, Direitos Humanos e legislação institucional da Defensoria Pública.


A prova discursiva avalia a capacidade do candidato de redigir respostas técnicas, pareceres ou peças jurídicas, exigindo clareza, fundamentação legal e domínio da linguagem jurídica.


Em alguns concursos, há ainda avaliações práticas ou específicas, como estudo de caso ou análise de situações-problema, especialmente para áreas mais técnicas.


Dicas para se preparar para concursos de Analista da DPE

A preparação para concursos da Defensoria Pública exige organização, constância e estratégia. Não basta apenas estudar o conteúdo; é fundamental compreender o perfil da banca e o nível de aprofundamento exigido.


Um erro comum é subestimar a prova discursiva ou deixar o treino de escrita jurídica para o final. Como a Defensoria Pública tem uma atuação fortemente voltada à prática, a capacidade de argumentação e fundamentação costuma ser decisiva.


Ter um cronograma de estudos para concurso bem estruturado faz toda a diferença, pois permite equilibrar teoria, prática, revisões e resolução de questões. Além disso, o acompanhamento de professores especializados e o uso de materiais direcionados ao cargo aumentam significativamente as chances de aprovação.


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Conclusão

A carreira de analista da Defensoria Pública é uma excelente oportunidade para quem deseja estabilidade, boa remuneração e a chance de atuar diretamente na promoção da justiça social.


Trata-se de um cargo estratégico, essencial para o funcionamento da Defensoria e para o atendimento à população.


Com concursos exigentes e alto nível de concorrência, a aprovação depende de planejamento, constância e preparação especializada. Quem investe em uma estratégia correta aumenta consideravelmente as chances de conquistar essa vaga.


Qual a carga horária de trabalho na DPE?

A carga horária do analista da Defensoria Pública costuma ser de 30 a 40 horas semanais, conforme o regulamento interno de cada órgão e o edital do concurso.


Preciso ter OAB para ser Analista da Defensoria Pública?

Não. A inscrição na OAB não é exigida para o cargo de analista da Defensoria Pública, já que o profissional não exerce atividade privativa da advocacia.

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