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Analista judiciário: veja salário, requisitos e preparação

O analista judiciário atua diretamente no suporte técnico, jurídico e administrativo das atividades do Judiciário.

Última atualização em 13/01/2026
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Mulher sorridente vestida com terno casual enquanto atua em cargo de Analista Judiciário.


A carreira de analista judiciário é uma das mais visadas entre estudantes de Direito, formados em outras áreas e concurseiros que buscam estabilidade, boa remuneração e atuação direta no funcionamento do Poder Judiciário.


Presente em tribunais federais, estaduais, trabalhistas e eleitorais, esse cargo desempenha papel essencial para que a Justiça funcione de forma eficiente, técnica e organizada.


Ao longo deste conteúdo, você vai entender o que faz um analista judiciário, quais são os requisitos para ingressar na carreira, como funcionam os concursos públicos, qual é o salário médio do cargo e, principalmente, como se preparar de forma estratégica para conquistar a aprovação.


O que faz um Analista Judiciário?

O analista judiciário atua diretamente no suporte técnico, jurídico e administrativo das atividades do Judiciário. Trata-se de um cargo de nível superior que exige raciocínio jurídico, capacidade analítica e domínio de procedimentos processuais e administrativos.


Na rotina, o analista pode elaborar minutas de decisões, pareceres, despachos e relatórios. Também analisa processos, acompanha prazos, realiza pesquisas jurídicas, organiza audiências e presta apoio direto a magistrados, promotores e servidores de instâncias superiores.


Em muitas unidades, o analista é responsável por garantir que os processos tramitem corretamente, com segurança jurídica e observância às normas legais.


Dependendo da área de atuação, o analista judiciário pode trabalhar com atividades mais jurídicas, administrativas, contábeis, de tecnologia da informação ou até de apoio especializado.


Por isso, é uma carreira bastante ampla e estratégica dentro da estrutura do Judiciário, dialogando inclusive com órgãos ligados à polícia judiciária, especialmente em varas criminais e federais.


O que é necessário para ser um Analista Judiciário?

Para ingressar no cargo de analista judiciário, é necessário atender aos requisitos definidos em edital, que seguem padrões semelhantes entre os tribunais, embora possam variar conforme o ramo da Justiça.


Requisitos básicos

Entre os requisitos gerais, estão a nacionalidade brasileira, a idade mínima de 18 anos, a quitação com obrigações eleitorais e militares, a aptidão física e mental para o exercício do cargo e a idoneidade moral. Esses critérios costumam ser verificados ao longo do concurso, especialmente nas etapas finais, como investigação social e exames médicos.


Requisitos de formação

O requisito central é possuir nível superior completo, com diploma reconhecido pelo MEC. Em muitos concursos, especialmente para o cargo de Analista Judiciário, Área Judiciária, é exigida formação em Direito. Já para áreas específicas, como Analista Judiciário – Área Administrativa, TI, Contabilidade ou Psicologia, o edital exige graduação compatível com a especialidade.


Por isso, antes de iniciar a preparação, é fundamental analisar o edital do tribunal desejado para verificar se sua formação atende às exigências do cargo.


Qual o salário de um Analista Judiciário?

Analista Judiciário de terno e óculos, em escritório, realizando atividades cotidianas.


O salário do analista judiciário é um dos grandes atrativos da carreira. De acordo com dados oficiais do Conselho Nacional de Justiça e dos próprios tribunais, a remuneração inicial gira em torno de R$12.000 a R$14.000, já considerando vencimento básico e gratificações.


Nos tribunais federais, como TRFs, TST, TSE e STM, os valores podem ultrapassar R$16.000 ao longo da carreira. As informações podem ser consultadas no Portal da Transparência do Judiciário.


Além do salário, o cargo oferece benefícios como auxílio-alimentação, auxílio-saúde, adicionais por qualificação e estabilidade após o estágio probatório.


Como é a carreira do Analista Judiciário? Existem possibilidades de progressão?

A carreira de analista judiciário é estruturada em classes e padrões, permitindo progressão funcional ao longo do tempo.


Essa evolução ocorre por meio de critérios como tempo de serviço, avaliação de desempenho e participação em cursos de capacitação.


Com o passar dos anos, o servidor pode assumir funções de chefia, coordenação ou assessoramento, além de atuar em unidades especializadas e gabinetes de magistrados. É uma carreira sólida, previsível e valorizada dentro do serviço público.


Como funcionam os concursos para Analista Judiciário?

Os concursos para analista judiciário são bastante concorridos e exigem preparação consistente. Eles costumam ser organizados por bancas como FGV, FCC, Cebraspe e Vunesp, variando conforme o tribunal.


De forma geral, o certame envolve três grandes etapas. A prova objetiva avalia conhecimentos gerais e específicos, com foco em Direito Constitucional, Administrativo, Processual, além de disciplinas como Português, Informática e Raciocínio Lógico. A prova discursiva exige capacidade de argumentação, escrita técnica e domínio do conteúdo jurídico.


Em alguns concursos, há ainda avaliações específicas, como estudo de caso ou prova prática, dependendo da área.


Por isso, compreender o perfil da banca e o conteúdo programático é essencial para uma preparação eficiente.


Como se preparar para um concurso de Analista Judiciário?

A preparação para o cargo de analista judiciário exige método, constância e estratégia. Não basta apenas estudar, é preciso estudar com foco no edital, na banca e no nível de exigência do cargo.


Um bom cronograma de estudos para concurso deve equilibrar teoria, resolução de questões e revisões periódicas. A prática com provas anteriores do tribunal e da banca organizadora é indispensável para entender o estilo das cobranças e evitar surpresas no dia da prova.


Além disso, é importante desenvolver habilidades de escrita, já que a prova discursiva costuma ter peso significativo na classificação final. O acompanhamento de professores especializados e materiais direcionados faz toda a diferença nesse processo.


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Mulher realizando pesquisa em computador para saber como ser Analista Judiciário.


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Os cursos contam com professores experientes, materiais alinhados aos editais mais recentes e estratégias práticas para aumentar o rendimento e a segurança do aluno ao longo da preparação.


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Conclusão

A carreira de analista judiciário é uma excelente escolha para quem busca estabilidade, boa remuneração e atuação estratégica dentro do Poder Judiciário.


Com diversas áreas de atuação, progressão profissional e impacto direto na prestação jurisdicional, trata-se de um cargo altamente valorizado.


O caminho até a aprovação é exigente, mas totalmente possível com planejamento, disciplina e a preparação correta. Quanto antes você começar, maiores são as chances de conquistar sua vaga.


Preciso ser formado em Direito para ser Analista Judiciário?

Não necessariamente. Apenas os cargos de Analista Judiciário – Área Judiciária exigem formação em Direito. Para outras áreas, o edital define a graduação específica exigida.


É preciso ter OAB para ser Analista Judiciário?

Não. A inscrição na OAB não é requisito para o cargo de analista judiciário, mesmo na área judiciária.


Qual a jornada de trabalho de um Analista Judiciário?

A jornada costuma ser de 40 horas semanais, geralmente em horário administrativo, podendo variar conforme o tribunal e a unidade de lotação.

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