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Analista jurídico: função, salário e guia completo para se tornar

O analista jurídico acompanha processos administrativos e judiciais, avalia riscos legais, presta consultoria interna, revisa documentos e contribui para que a atuação da instituição esteja em conformidade com a legislação vigente.

Última atualização em 08/01/2026
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Mulher sorridente segurando papel em uma das mãos, ao aprender sobre o que faz um Analista Jurídico.


A carreira de analista jurídico tem ganhado cada vez mais destaque entre estudantes de Direito, bacharéis e profissionais que desejam atuar diretamente com análise normativa, suporte técnico e tomada de decisões estratégicas no setor público ou privado.


Trata-se de uma função essencial para órgãos públicos, empresas, autarquias, fundações e instituições que lidam diariamente com normas, contratos, processos e pareceres jurídicos.


Neste guia completo, você vai entender o que faz um analista jurídico, quais são os requisitos para ingressar na carreira, como funcionam os concursos públicos para o cargo, qual é a média salarial e, principalmente, como se preparar de forma eficiente para conquistar a aprovação.


O que faz um Analista Jurídico?

O analista jurídico atua no suporte técnico-jurídico de instituições públicas e privadas. Sua principal função é analisar normas, interpretar legislações, elaborar pareceres, minutas de contratos, relatórios e manifestações jurídicas que embasam decisões administrativas e estratégicas.


Na prática, esse profissional acompanha processos administrativos e judiciais, avalia riscos legais, presta consultoria interna, revisa documentos e contribui para que a atuação da instituição esteja em conformidade com a legislação vigente. Em órgãos públicos, o analista jurídico também pode atuar em processos licitatórios, sindicâncias, processos disciplinares e apoio a procuradorias e assessorias jurídicas.


Em determinadas áreas, há uma atuação próxima de setores ligados à polícia judiciária, especialmente quando o analista jurídico trabalha em autarquias, ministérios ou órgãos de controle que lidam com apurações, responsabilizações administrativas e análises de legalidade.


O que é necessário para ser um Analista Jurídico?

Os requisitos para se tornar analista jurídico variam conforme o órgão ou instituição, mas seguem um padrão relativamente comum, especialmente nos concursos públicos.


Requisitos gerais

De modo geral, é necessário ser brasileiro ou naturalizado, estar em dia com as obrigações eleitorais e militares, possuir idoneidade moral e aptidão física e mental para o exercício do cargo. Esses critérios costumam ser verificados nas etapas finais do concurso, como investigação social e exames médicos.


Formação

A exigência mais comum é possuir graduação em Direito, com diploma reconhecido pelo MEC. Em concursos públicos, essa exigência é praticamente padrão, já que o cargo envolve análise técnica jurídica, interpretação normativa e elaboração de pareceres.


Em alguns casos específicos, pode haver exigência de pós-graduação ou especialização, principalmente para cargos mais estratégicos ou funções com maior grau de complexidade, embora isso não seja regra geral.


Qual o salário de um Analista Jurídico?

Analista Jurídico realizando atendimento a um cidadão.


O salário de um analista jurídico varia conforme o órgão, a esfera administrativa e a localidade. Em concursos públicos federais, estaduais e em grandes autarquias, a remuneração inicial costuma variar entre R$7.000 e R$12.000, podendo ultrapassar esse valor com gratificações e progressões na carreira.


De acordo com dados do Portal da Transparência e de editais recentes, cargos de analista jurídico em agências reguladoras e tribunais administrativos podem alcançar remunerações acima de R$15.000 ao longo da carreira.


Além do salário, o cargo costuma oferecer benefícios como auxílio-alimentação, auxílio-saúde, adicionais por qualificação e estabilidade após o estágio probatório, no caso do serviço público.


Como funciona a carreira? Existem oportunidades para progressão?

A carreira de analista jurídico oferece boas possibilidades de crescimento, especialmente no setor público. Normalmente, há planos de cargos e salários estruturados em classes e padrões, permitindo evolução remuneratória ao longo do tempo.


Com experiência, o profissional pode assumir funções de coordenação, chefia, assessoramento ou atuar em áreas estratégicas da instituição. Também é comum que analistas jurídicos se tornem referências técnicas internas, participando diretamente de decisões relevantes e projetos institucionais.


No setor privado, a progressão ocorre por meio da ampliação de responsabilidades, atuação em projetos mais complexos e, muitas vezes, migração para cargos de coordenação jurídica ou compliance.


Como funciona um concurso para Analista Jurídico?

Os concursos para analista jurídico são, em regra, bastante técnicos e exigentes. A estrutura varia conforme o órgão, mas costuma seguir um padrão semelhante.


A seleção normalmente inclui prova objetiva, com questões de Direito Constitucional, Administrativo, Civil, Processo Civil, Direito do Trabalho, Previdenciário ou áreas específicas conforme o edital. A prova discursiva avalia a capacidade de argumentação, clareza, técnica jurídica e domínio do conteúdo.


Em alguns concursos, há ainda avaliações complementares, como análise de títulos ou estudo de caso, especialmente para cargos mais estratégicos.


Esses certames exigem preparo aprofundado, leitura de legislação atualizada, jurisprudência e treino constante com questões da banca organizadora.


Como posso me preparar para um concurso de Analista Jurídico?

A preparação para o cargo de analista jurídico deve ser estratégica e organizada. Não se trata apenas de estudar muito, mas de estudar da forma correta, com foco no edital e no perfil da banca.


Um bom cronograma de estudos para concurso ajuda a equilibrar teoria, prática e revisões, evitando acúmulo de conteúdo e desgaste excessivo. A resolução de questões é fundamental para identificar pontos fracos e ganhar familiaridade com o estilo das provas.


Além disso, é importante treinar a escrita jurídica, já que a prova discursiva costuma ter peso significativo. Acompanhamento especializado, materiais direcionados e simulados fazem toda a diferença na reta final.


Quais são os erros mais comuns na preparação e como evitá-los?

Um dos erros mais frequentes é estudar sem planejamento, pulando de matéria em matéria sem aprofundamento. Outro problema comum é negligenciar a prova discursiva, focando apenas em questões objetivas.


Também é um equívoco ignorar a legislação seca e a jurisprudência atualizada, que costumam ser fortemente cobradas.


Para evitar esses erros, é essencial seguir um plano estruturado, revisar constantemente e ajustar a estratégia conforme o desempenho nos simulados.


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Mulher analisando papéis para opções de cursos para Analista Jurídico.


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Conclusão

A carreira de analista jurídico é uma excelente escolha para quem deseja atuar de forma técnica, estratégica e estável no Direito.


Com boa remuneração, oportunidades de crescimento e atuação direta em decisões relevantes, o cargo atrai cada vez mais candidatos qualificados.


A aprovação exige dedicação, método e preparo direcionado, mas é totalmente possível com a estratégia correta e apoio especializado.


Preciso de OAB para ser Analista Jurídico?

Não. A inscrição na OAB não é exigida para o cargo de analista jurídico, inclusive nos concursos públicos.


É melhor setor público ou privado para Analista Jurídico?

Depende do perfil profissional. O setor público oferece estabilidade e progressão estruturada, enquanto o privado pode proporcionar maior flexibilidade e crescimento conforme desempenho.


Quanto tempo estudar para o concurso de Analista Jurídico?

O tempo varia conforme a base do candidato, mas, em média, uma preparação consistente leva entre 8 e 18 meses, dependendo da carga horária e do nível do concurso.

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