A prova da OAB é difícil? Veja como vencer a 2ª fase
A prova da OAB é difícil, mas é possível passar! Veja neste artigo como otimizar seus estudos e ser aprovado com mais facilidade!
“Será que a prova da OAB é difícil mesmo ou eu que não estou estudando do jeito certo?”
Essa é uma pergunta comum entre bacharéis e estudantes de Direito que se aproximam da 2ª fase do Exame da Ordem. A sensação de dificuldade não surge do nada: ela é compartilhada por milhares de candidatos todos os anos e costuma vir acompanhada de insegurança, ansiedade e medo da reprovação.
Mas existe um ponto essencial que precisa ser dito logo no início: a percepção de que a prova da OAB é difícil está muito mais relacionada à falta de método do que à complexidade jurídica da prova em si. A 2ª fase não exige genialidade, tampouco conhecimentos fora da realidade acadêmica. Ela exige técnica, treino e entendimento claro do que a banca espera do candidato.
Ao longo deste artigo, você vai entender por que a 2ª fase parece tão desafiadora, o que realmente torna essa etapa mais exigente, como a banca cobra, e repete, seus padrões, e principalmente como transformar a prova em algo previsível e vencível com estudo direcionado e acompanhamento adequado.
Por que tantos candidatos dizem que a prova da OAB é difícil
A ideia de que a prova da OAB é difícil se constrói muito antes do candidato sentar para resolver uma peça prática. Ela nasce de relatos de reprovação, estatísticas de aprovação pouco animadoras e da fama histórica do Exame da Ordem como um “filtro” profissional. Esse imaginário coletivo acaba pesando emocionalmente sobre quem está se preparando.
Segundo dados oficiais divulgados pela própria FGV, banca organizadora do Exame de Ordem, a taxa média de aprovação nacional costuma ficar abaixo de 50% em muitos exames. No Exame 39 da OAB, por exemplo, apenas cerca de 32% dos candidatos foram aprovados na 2ª fase. Os números podem ser consultados diretamente no site da OAB.
No entanto, esses dados isolados não explicam toda a história. Quando se observa o perfil dos candidatos aprovados, percebe-se um padrão claro: aqueles que estruturam o estudo, treinam peças e entendem o funcionamento da prova têm desempenho significativamente melhor. Ou seja, a dificuldade não está apenas na prova, mas na forma como ela é enfrentada.
O que torna a 2ª fase da OAB mais difícil que a 1ª fase
A principal diferença entre a 1ª e a 2ª fase está no tipo de habilidade exigida. Enquanto a 1ª fase testa conhecimento teórico por meio de questões objetivas, a 2ª fase exige aplicação prática, organização do raciocínio jurídico e domínio da linguagem técnica.
Na 2ª fase, o candidato precisa identificar corretamente a peça, estruturar fundamentos jurídicos adequados, escolher dispositivos legais pertinentes e responder questões discursivas com clareza e objetividade. Tudo isso dentro de um tempo limitado e sob pressão emocional elevada.
Além disso, muitos candidatos chegam à 2ª fase sem nunca terem feito um treino real de peça, sem entender como funciona a prova da OAB na prática.
Isso gera bloqueios, erros básicos e sensação de que o exame é “impossível”, quando na verdade ele segue uma lógica bastante estável.
Como a banca da OAB cobra a 2ª fase e por que isso se repete
A FGV, responsável pela organização do Exame da Ordem, adota um modelo de cobrança altamente padronizado. Isso significa que, apesar de mudanças pontuais nos temas, a estrutura da prova, o estilo do enunciado e os critérios de correção se repetem no exame.
A banca não busca surpreender o candidato com teses mirabolantes ou temas exóticos. Pelo contrário: cobra exatamente aquilo que espera de um profissional iniciante, dentro da realidade prática da advocacia. Quem estuda com base nos exames anteriores percebe rapidamente esse padrão.
Peças mais cobradas em cada área jurídica, que se repetem ciclicamente ao longo dos exames
Um dos pontos que mais ajudam a desmistificar a ideia de que a prova da OAB é difícil está na análise histórica das peças exigidas na 2ª fase. Apesar da ansiedade que envolve o exame, a OAB adota um padrão claro de repetição cíclica das principais peças em cada área jurídica. Isso significa que, dentro de um conjunto relativamente limitado de possibilidades, a banca alterna as cobranças ao longo dos exames, evitando surpresas radicais.
Em Direito Civil, por exemplo, é comum a recorrência de peças como apelação, contestação, recurso especial e ações ligadas a obrigações e responsabilidade civil. No Trabalho, reclamação trabalhista, contestação e recursos ordinários aparecem de forma constante. Já em Penal, a banca costuma alternar entre respostas à acusação, apelação criminal, memoriais e habeas corpus. Esse padrão se mantém ao longo dos exames, inclusive nos mais recentes, com pequenas adaptações de contexto.
Quando o candidato entende essa lógica cíclica, o estudo deixa de ser baseado em “adivinhação” e passa a ser estratégico. O foco deixa de ser tentar decorar todas as peças possíveis e passa a ser dominar aquelas que historicamente têm maior incidência, treinando estrutura, fundamentos e pedidos. É justamente esse tipo de análise que reduz a sensação de imprevisibilidade da prova.
Temas que aparecem com frequência nos exames anteriores, muitas vezes com pequenas variações
Além das peças, os temas jurídicos cobrados na 2ª fase também seguem um padrão bastante consistente. A banca costuma explorar conteúdos centrais de cada área, variando o enunciado, o contexto fático ou o detalhe normativo, mas mantendo a mesma base teórica. Isso reforça a ideia de que a dificuldade da prova está mais na interpretação do que na complexidade do conteúdo.
Em Direito Constitucional, por exemplo, direitos fundamentais, controle de constitucionalidade e competências aparecem reiteradamente. No Direito Administrativo, licitações, atos administrativos e responsabilidade civil do Estado são temas recorrentes. Já no Direito do Trabalho, verbas rescisórias, horas extras, vínculo empregatício e estabilidade são praticamente presença garantida ao longo dos exames.
Essas variações sutis exigem do candidato atenção à leitura do enunciado e capacidade de identificar o núcleo jurídico da questão. Quem estuda apenas de forma teórica, sem analisar provas anteriores, tende a achar que os temas “mudam demais”. Já quem treina com base em exames passados percebe que a banca testa o mesmo conhecimento sob novas roupagens, o que torna a preparação muito mais objetiva e eficiente.
Padrão de correção adotado pela banca examinadora, com espelhos objetivos e critérios bem definidos
Outro fator essencial para entender por que a prova da OAB é difícil apenas para quem não conhece o método está no padrão de correção. A banca trabalha com espelhos extremamente objetivos, nos quais cada elemento da resposta possui uma pontuação previamente definida. Não se trata de uma correção subjetiva ou baseada em estilo, mas sim na presença, ou ausência, de itens obrigatórios.
Na peça prático-profissional, por exemplo, a pontuação é distribuída entre identificação correta da peça, fundamentos jurídicos essenciais, pedidos adequados e estrutura mínima exigida. Mesmo que o candidato não desenvolva o texto com perfeição, é possível atingir a nota necessária se cumprir os critérios centrais previstos no espelho. O mesmo vale para as questões discursivas, que seguem divisão clara por tópicos.
Esse modelo favorece quem estuda com foco em estrutura, técnica e treinamento prático. Ao compreender como a banca atribui pontos, o candidato aprende a responder de forma direcionada, evitando excessos e lacunas. É exatamente esse entendimento do padrão de correção que transforma a 2ª fase de um obstáculo temido em uma prova plenamente administrável.
Quando o candidato entende essa lógica, a prova deixa de parecer caótica e passa a ser previsível. A dificuldade diminui na mesma proporção em que o estudo se torna mais estratégico.
Por que a 2ª fase da OAB não é imprevisível
Um dos maiores mitos em torno da 2ª fase é a ideia de que “pode cair qualquer coisa”. Na prática, isso não se sustenta quando se analisa o histórico dos exames. Existe um conjunto limitado de peças e temas que a banca trabalha de forma recorrente.
A imprevisibilidade costuma ser percebida apenas por quem estuda de forma genérica, sem olhar para o histórico da prova. Já o candidato que analisa exames anteriores, treina peças reais e compreende os padrões da banca entra na prova sabendo exatamente o que pode acontecer.
É nesse ponto que um cronograma de estudo bem estruturado faz toda a diferença. Ele permite que o candidato distribua o treino de peças, revise temas recorrentes e chegue à prova com segurança técnica, não apenas com esperança.
Erros que fazem a prova da OAB parecer mais difícil do que é
Muitos candidatos aumentam artificialmente a dificuldade da prova ao cometer erros estratégicos durante a preparação. Um dos mais comuns é estudar apenas teoria, acreditando que isso será suficiente para a 2ª fase. Sem prática, a teoria não se transforma em pontuação.
Outro erro recorrente é estudar sem foco na área escolhida, revisando conteúdos desnecessários e deixando de aprofundar aquilo que realmente será cobrado. Isso gera cansaço, confusão e sensação de que nunca se está preparado o suficiente.
Também é comum ignorar o espelho de correção da banca. Muitos candidatos escrevem boas respostas, mas perdem pontos por não atender exatamente aos critérios exigidos, o que aumenta a percepção de injustiça e reforça a ideia de que a prova da OAB é considerada difícil demais.
Como deixar a prova da OAB menos difícil com estudo direcionado
A melhor forma de reduzir a dificuldade da prova é estudar com direcionamento claro. Isso significa saber o que estudar, como estudar e com qual profundidade. A preparação precisa ser construída com base no que a banca cobra, e não apenas no que está nos livros.
Um estudo direcionado envolve treino constante de peças, análise de provas anteriores, revisões estratégicas e acompanhamento de desempenho. Não se trata de estudar mais horas, mas de estudar melhor.
Quando o candidato entende como passar na OAB a partir desse método, a prova deixa de ser um obstáculo emocional e passa a ser um desafio técnico plenamente superável.
Como funciona um treino eficiente para a 2ª fase da OAB
O treino eficiente para a 2ª fase precisa simular a prova real. Isso inclui tempo cronometrado, consulta controlada ao Vade Mecum e correção detalhada com base no espelho oficial da FGV. Apenas escrever peças sem correção não gera evolução consistente.
Outro ponto fundamental é a repetição. Treinar uma peça apenas uma vez não é suficiente. A evolução acontece quando o candidato percebe seus erros, ajusta a estrutura e repete o treino até que o raciocínio se torne automático.
Um bom plano de estudos OAB sempre reserva espaço para prática semanal, revisões e simulados completos, criando confiança progressiva até o dia da prova.
Como o método do CEISC reduz a dificuldade da 2ª fase da OAB
O método do Ceisc foi desenvolvido justamente para atacar os pontos que tornam a prova difícil para a maioria dos candidatos. Em vez de apostar em excesso de teoria, o foco está na prática orientada, no treino de peças e na compreensão dos critérios de correção.
Os cursos trabalham com simulados reais, correções individualizadas e orientação clara sobre o que a banca espera em cada resposta. Isso elimina o “achismo” e dá ao aluno um caminho objetivo até a aprovação.
Além disso, o acompanhamento constante reduz a insegurança e ajuda o candidato a enxergar a prova como um processo, e não como um evento imprevisível.
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Exemplos de evolução de candidatos que adotaram método estruturado
É comum ver candidatos que reprovaram uma ou duas vezes mudarem completamente de desempenho após adotarem um método estruturado. Muitos relatam que, antes, estudavam muito, mas sem direção clara. Após começar a treinar peças semanalmente e entender o padrão da banca, a evolução foi rápida.
Há casos de alunos que saíram de notas abaixo de 4 para aprovações acima de 6, apenas ajustando estratégia, treinando corretamente e recebendo feedback detalhado. Isso mostra que a dificuldade da prova não é absoluta, mas relativa à forma de preparação.
Esses exemplos reforçam que a reprovação na OAB não define a capacidade do candidato, mas apenas indica a necessidade de ajuste no método.
A prova da OAB é difícil para quem insiste em estudar sem estratégia
Quando o estudo é desorganizado, sem foco na prática e sem análise do padrão da banca, a prova realmente parece difícil. O candidato entra inseguro, perde tempo escolhendo a peça errada ou estruturando mal a resposta e sai com a sensação de que “não era o que eu estudei”.
Por outro lado, quem estuda com estratégia entra na prova sabendo exatamente o que fazer nos primeiros minutos, como identificar a peça e como distribuir o tempo. Essa diferença de postura muda completamente a experiência do exame.
A verdade é que a prova não foi feita para reprovar quem se prepara corretamente, mas sim para avaliar quem está pronto para exercer a advocacia com responsabilidade e técnica.
Por que o CEISC é referência na preparação para a 2ª fase da OAB
O Ceisc é referência nacional porque entende que a aprovação depende de método, não de improviso. A preparação é construída com base em dados reais da banca, análise de provas anteriores e acompanhamento próximo do aluno.
Com professores especialistas, materiais atualizados e foco total na prática, o Ceisc prepara o candidato não apenas para passar na prova, mas para conquistar a carteira da OAB com segurança e confiança profissional.
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Conclusão
A prova da OAB é difícil para quem estuda sem estratégia, sem prática e sem método. Mas ela é absolutamente possível para quem entende seus padrões, treina de forma direcionada e se prepara com foco no que realmente cai.
A 2ª fase não é imprevisível, não exige genialidade e não está fora do alcance de quem se dedica de forma inteligente.
Com o método certo, acompanhamento adequado e prática constante, a aprovação deixa de ser um sonho distante e se torna uma consequência natural do processo.
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